Geraldo Magela de Oliveira

Contato

Rotulando o crente - Crônicas do Oliver

Crônicas do Oliver

Rotulando o crente

Olá,

Fui chamado de chato por um grande amigo estes dias. E ao contrário de muitos ao receber um adjetivo destes, eu fiquei extremamente feliz ao ouvi-lo. Feliz por causa da situação, do momento e principalmente por notar que este amigo tem tamanha intimidade que não pensou duas vezes ao me adjetivar. Conversando com ele depois, rimos por um bom tempo da situação e destas risadas saiu este texto. Já pensou que cada um de nós tem um rótulo? Uns como eu, são rotulados de chatos, outros de pedantes, ignorantes, aborrecidos, hipócritas, orgulhosos e uma infinidade de outros adjetivos. Isso é mal? Para alguns, sim. Porem se formos olhar a fundo, nem sempre um rótulo, que pode até ter caráter pejorativo, é mal para nós. Assim como em garrafas de vinho, os rótulos servem para mostrar um pouco do conteúdo do recipiente e nem sempre mostram com a verdade. O Nosso Senhor Jesus por exemplo, foi rotulado de beberrão e de agitador. E, no entanto foi o maior homem que já passou por esta terra e seu Ministério foi tão prospero que cresce cada vez mais a cada dia. Então, eu gostaria de perguntar. Que tipo de rótulos queremos e devemos ter? Quero ser chamado de chato? Sim, como dizia o meu falecido amigo Bispo Robinson Cavalcante, o verdadeiro crente deve ser chato. Devemos persistir na proclamação da Palavra de D'us. Afinal foi a maior comissão deixada a nós por Jesus. Há alguns anos uma música fez muito sucesso e ela dizia que: Posso ser chamado de pirado, desequilibrado por estar apaixonado Pelo Eterno Senhor Jesus. E então, não importa do que te vão chamar, tenha em mente que se você realmente for um servo de D'us e souber usar daquilo que lhe é dado por herança, com certeza uma grande obra será feita em nome Do Senhor. Seja chato, seja orgulhoso por ostentar o nome de servo, seja maluco, mas que tudo isto seja feito porque você é servo do Altíssimo.

Não importa o que vão pensar de nós, queremos a Palavra de D'us inerente às nossas vidas e um comportamento digno de sermos chamados servos.

Na alegria pela Arca.