Geraldo Magela de Oliveira

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O que devem ENXERGAR em NÓS? - Crônicas do Oliver

Crônicas do Oliver

O que devem ENXERGAR em NÓS?

Olá,

Alienado. É verdadeiramente como me sinto nos dias de hoje quando vejo o comportamento de algumas pessoas. Não consigo enxergar nem muito menos mensurar a capacidade de alguns em fazer mal aos outros. Vivemos em um mundo de fofocas, desamores, falta de companheirismo, falta de ética profissional e social e também a falta de amor próprio. Ando a ver em ambientes nos quais convivo, uma série de pessoas se digladiando por algo mais em suas carreiras profissionais e também em alguns aspectos sociais e familiares. No que se diz respeito a competição, acho que é salutar vivermos em um ambiente competitivo. Pois o mesmo faz com cresçamos como profissionais e seres humanos. O que não consigo admitir é que para se alcançar algo maior em minha vida, eu tenha que passar por cima de tudo e todos que estiverem à minha frente. E o pior é que além de falarem mal uns dos outros, em alguns casos são inventadas situações por demais constrangedoras e que levam a um descrédito quase total dos atingidos. Eu pergunto então, até que ponto o fracasso de alguém deve ser usado para minha vitória? Até onde vai nossa maldade para crescer na vida? Vale a pena culpar alguém pelo meu erro a fim de me sobressair perante meus superiores? Creio eu que não. Pois fui ensinado desde pequeno que para eu alcançar o sucesso, em primeiro lugar eu deveria trabalhar muito. Mas, não um trabalho qualquer. Deveria ser um trabalho honesto e pelo qual, não importa o quanto mas o como foi atingido o resultado. Vivemos um tempo em que todos os nossos atos são vigiados graças às Redes Sociais e por meio delas todo e qualquer comportamento nosso não fica escondido. Então, porque teimamos em agir como seres desprezíveis? Porque achamos que o mal que fazemos não será descoberto? Meus avós me ensinaram que antes de tudo eu deveria ser honesto com os outros e principalmente comigo mesmo. Também me ensinaram a assumir toda a responsabilidade por qualquer erro cometido através de decisões tomadas por mim. Mostraram-me que deveria ser tolerante com todos os que comigo convivem e que a flexibilidade de meus atos mostraria aos outros que confiança, integridade e a humildade seriam os bens de maior valor que eu iria possuir. Que não importava o quão rico financeiramente eu seria se não tivesse o orgulho de contar como os meus bens foram adquiridos. Ensinaram-me também que eu devia olhar tudo de frente e sempre nos olhos para enxergar a luz dos outros e demonstrar a luz de D'us que brilharia em minha vida. E que assim agindo todo o resto seriam sombras de um passado distante e que através do perdão por D'us de meus erros seriam lançados no mar do esquecimento. Assim então, uma nova criatura eu seria. Um ser cheio Do Espírito santo em minha vida e não como os demais orgulhosos que por estarem cheios de si pela inveja e cobiça são como sepulcros caiados e balões vazios.

Porque uma grande lição aprendo todos os dias e que assim posso me tornar muito melhor do que sou hoje.