Geraldo Magela de Oliveira

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MÃE e família. Os bens mais valorosos - Crônicas do Oliver

Crônicas do Oliver

MÃE e família. Os bens mais valorosos

Olá,

Vamos falar de um personagem muito importante em nossa história. Nossa mãe. Há pessoas que tem um excelente relacionamento com suas mães, outros nem tanto. Porém, é o principal motivo de nossa alegria terrena. Sim, sem ela não seríamos gerados, ela teve a paciência de nos esperar por nove meses, suportando enjoo, dores nas costas, e as infindáveis idas aos médicos. Tudo isso na esperança de nascer uma criança saudável e que fosse seu orgulho. Quando nascemos, ela cuidou, limpou e alimentou com todo zelo e esmero. Educou-nos e batalhou para que crescêssemos pessoas honradas e de boa índole através da educação que nos foi dada e pelos exemplos de vida a que fomos expostos. E o que pensaram ganhar com isso? Nada. Somos frutos de um amor intenso e amplamente expresso através dos testemunhos que dão sobre nós. Porém, nem tudo é perfeito para essas mães. Tenho visto e ouvido muitos testemunhos de mães que são maltratadas pelos filhos, são tratadas de forma grosseira, relegadas ao esquecimento e em alguns casos infelizmente são vitimas de violência física por estas mesmas crianças que colocaram no mundo. Sou filho e infelizmente não tenho minhas avós, mas, em toda a história de minha família, não houve um caso somente de desrespeito à minha mãe e muito menos às minhas avós. Elas foram melhores educadoras? Acho que não. Penso que infelizmente tudo o que está a acontecer é fruto de uma liberalidade na educação e também do descaso com que alguns pais tratam suas esposas e filhos. Colocam o trabalho e os amigos sempre a frente de sua família, e quando estão perto deles, dedica seu tempo à televisão, às redes sociais e aos jogos pelo smartphone. Não podemos como pais, deixar que nossos filhos aprendam valores que não são de D'us. Uma família com valores verdadeiramente cristãos, judaicos e até mesmo muçulmanos e budistas, tem o respeito em primeiro lugar. São filhos que crescem dedicados e presentes às suas mães, onde a responsabilidade e o amor são ferramentas essenciais para o próprio crescimento e não algo que cai em desuso. Temos que rever nossas prioridades e dedicar a grande parte de nosso tempo à nossa família e o trabalho, que fique no local de trabalho. Não lucraremos mais se trouxermos o trabalho para casa. Muito pelo contrário, o prejuízo moral da família, pode não ter como ser recuperado. Então, é hora de sentarmos à mesa e realmente viver em comunhão com nossas famílias e assim dar um bom exemplo e inspirar aqueles que nos rodeiam a fazer o mesmo. Assim sendo estaremos contribuindo para um mundo onde reina a paz e onde a instituição mais preciosa aos olhos de D'us seja salva.

Na certeza de uma mudança para melhor.